A vez das crianças
Criado por uma das maiores grifes gastronômicas do Brasil, o Fasano Bambini pretende levar a excelência de sua tradição para a realidade descontraída das festas infantis
Mauro Marcelo Alves
Encarar o apetite e a curiosidade de uma criança não é tarefa fácil. Numa festa de aniversário, então, o trabalho fica dobrado: é preciso atrair os pimpolhos à grande mesa de guloseimas sem trair seu paladar irrequieto. Criança não tem a cerimônia dos adultos e pode dizer na cara da mãe anfitriã um "não gostei", capaz de deixá-la mais amarela que a massa do olho-de-sogra. Mas Camila Fasano Quintella, do alto de seus 23 anos, quis encarar o desafio e, precocemente, iniciou a era da quinta geração de uma família identificada com a gastronomia em sua mais alta definição.
"Ser Fasano ajuda, em vez de atrapalhar", diz a confiante Camila, que montou o Fasano Bambini após conversar muito com Andrea, sua mãe, e o querido avô Fabrizio, que se tornou "cobaia" dos petiscos com muitas crianças convidadas a testar o novo bufê. Ela faz o curso de Administração de Empresas e, já mirando o futuro, especializa-se em Hotelaria, ramo ao qual o Grupo Fasano aderiu há alguns anos e hoje se expande cada vez mais, com unidades requintadas em São Paulo, no Rio de Janeiro e, brevemente, em Punta del Este, no Uruguai. Seu irmão Caetano, de 20 anos, também faz Hotelaria na escola Les Roches, na Suíça. A outra irmã, Carolina, de 19, preferiu Psicologia.
A idéia amadureceu em Paris, onde Camila passou um ano estudando francês. De volta a São Paulo, o negócio tomou forma em agosto deste ano, inaugurando mais uma vertente gastronômica da grife Fasano. "Estou adorando, é legal servir crianças", diz ela, encantada com os inúmeros detalhes de uma festa, desde a decoração até a comida. O interessante - e não poderia ser diferente em se tratando de um serviço Fasano - é que os adultos recebem atenção especial do bufê. O mesmo hamburguinho do filho é servido ao pai com um queijo de sabor mais pronunciado, um gorgonzola, e a coxinha pode ser feita com a galinha-d'angola no lugar do frango. Os pratos de massa também ganham temperos mais consistentes (funghi porcini, ragù de ossobuco), assim como os risotti e polentas, servidos em travessas e réchauds de prata. É para pai nenhum desistir de ir à festinha.
Para os pequenos, há docinhos e mais docinhos, tudo míni: profiteroles, sonhos, palha italiana, pão de mel, cookies, rocamboles, chocolates, brigadeiro (chumbinho e cor-de-rosa), coco queimado, prestígio, casadinho. E mais: minichurro, pirulito belga, raspadinha, picolezinho, milk-shake e algodão- doce. O time é completado com as massas secas e sua série de molhos (tomate fresco, bolognese, queijos) e massas frescas em forma de estrela, coração, ursinho e formas geométricas. É para cri- ança nenhuma desistir de comer. O Fasano Bambini não dispõe de salão para receber a garotada; trata-se de um serviço de bufê que vai até a casa ou o local contratado, atendendo a partir de 50 pessoas. Segundo Andrea Fasano, a mãe coruja de Camila, "a intenção é levar a excelência Fasano para a realidade descontraída e divertida do universo infantil".
Veja mais em A VEZ DAS CRIANÇAS
"Ser Fasano ajuda, em vez de atrapalhar", diz a confiante Camila, que montou o Fasano Bambini após conversar muito com Andrea, sua mãe, e o querido avô Fabrizio, que se tornou "cobaia" dos petiscos com muitas crianças convidadas a testar o novo bufê. Ela faz o curso de Administração de Empresas e, já mirando o futuro, especializa-se em Hotelaria, ramo ao qual o Grupo Fasano aderiu há alguns anos e hoje se expande cada vez mais, com unidades requintadas em São Paulo, no Rio de Janeiro e, brevemente, em Punta del Este, no Uruguai. Seu irmão Caetano, de 20 anos, também faz Hotelaria na escola Les Roches, na Suíça. A outra irmã, Carolina, de 19, preferiu Psicologia.
A idéia amadureceu em Paris, onde Camila passou um ano estudando francês. De volta a São Paulo, o negócio tomou forma em agosto deste ano, inaugurando mais uma vertente gastronômica da grife Fasano. "Estou adorando, é legal servir crianças", diz ela, encantada com os inúmeros detalhes de uma festa, desde a decoração até a comida. O interessante - e não poderia ser diferente em se tratando de um serviço Fasano - é que os adultos recebem atenção especial do bufê. O mesmo hamburguinho do filho é servido ao pai com um queijo de sabor mais pronunciado, um gorgonzola, e a coxinha pode ser feita com a galinha-d'angola no lugar do frango. Os pratos de massa também ganham temperos mais consistentes (funghi porcini, ragù de ossobuco), assim como os risotti e polentas, servidos em travessas e réchauds de prata. É para pai nenhum desistir de ir à festinha.
Para os pequenos, há docinhos e mais docinhos, tudo míni: profiteroles, sonhos, palha italiana, pão de mel, cookies, rocamboles, chocolates, brigadeiro (chumbinho e cor-de-rosa), coco queimado, prestígio, casadinho. E mais: minichurro, pirulito belga, raspadinha, picolezinho, milk-shake e algodão- doce. O time é completado com as massas secas e sua série de molhos (tomate fresco, bolognese, queijos) e massas frescas em forma de estrela, coração, ursinho e formas geométricas. É para cri- ança nenhuma desistir de comer. O Fasano Bambini não dispõe de salão para receber a garotada; trata-se de um serviço de bufê que vai até a casa ou o local contratado, atendendo a partir de 50 pessoas. Segundo Andrea Fasano, a mãe coruja de Camila, "a intenção é levar a excelência Fasano para a realidade descontraída e divertida do universo infantil".
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Publicada na edição 180 (Outubro/2007) da Gula
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