Os rótulos que atingiram as pontuações mais altas nas degustações feitas pelos especialistas de Gula.
TINTO
QUINTA DO SEIVAL CABERNET SAUVIGNON 2004
A prova às cegas dos vinhos tintos surpreendeu pela qualidade de cerca de uma dúzia e meia deles, mostrando que poderiam representar bem nossos vinhos no mercado internacional. Foi especialmente difícil a escolha entre os 4 primeiros, que combinaram qualidade de sua elaboração com a complexidade adquirida pelo tempo de adega, não desmerecendo os que se posicionaram a seguir.
Os predicados que o Quinta do Seival Cabernet Sauvignon tem alcançado devem ter ajudado na decisão da Vinícola Miolo a transferir boa parte de seus tintos e brancos da Serra para a Campanha Gaúcha, notícia veiculada pela imprensa 9 meses atrás.
Aliás, a variedade desse vinho está nos 4 tops. Levou a nota 89, com seu rubi bastante intenso, com anel grená. Belo nariz de evolução pelos seus quase 7 anos: aromas terrosos e de sous-bois. Boca provocativa, viva e elegante, formando um conjunto harmônico. R$ 74
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BRANCO
SANJO MAESTRALE INTEGRUS CHARDONNAY – SAUVIGNON BLANC 2008
Quando a fazenda Sanjo iniciou suas atividades em 1993, na fria São Joaquim (SC), tinha apenas a ideia de ser referência em fruticultura, especialmente com maçãs. Conseguiram. Percebendo que as terras eram boas para a as frutas, resolveram se arriscar, em 2002, na viticultura.
Decisão acertada e confi rmada pelos nossos degustadores. O Sanjo Maestrale Integrus não é exatamente fácil de se encontrar em qualquer prateleira.
Pricipalmente na região sudeste. Isso deve-se a sua produção limitadíssima, apenas 700 garrafas. Vinifi cado pelo sistema integral, o Maestrale Integrus fermentou nos barris de carvalho, onde ficou por mais 18 meses amadurecendo até ganhar a untuosidade e a riqueza desejada.
O vinho que levou nota 86, tem nariz marcado pela madeira, com tostado. Boca untuosa, com sabor intenso de baunilha. Precisa ser domado pelo tempo. Uma característica atípica quando se trata de um branco. R$ 85
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ROSÉ
PERICÓ TAIPA ROSÉ 2008 G 21
Confi rmando o favoritismo que o vinho teve durante o ano de 2010 inteiro, o Taipa Rosé da Pericó leva a faixa de primeiro lugar. É um vinho elaborado com uvas Cabernet Sauvignon 60% e Merlot 40%, selecionadas criteriosamente, cultivadas em sistema espaldeira, com uma produção de somente 0,75 kg por planta. Tudo isso faz a diferença. Antes de ser engarrafado, após fi ltragem, o vinho estagiou por 28 dias em barricas de carvalho francês de primeiro uso. A produção é extremamente baixa, de apenas 4,6 mil garrafas na safra 2008. Um vinho rosé seco, fi no, pronto para consumo em temperatura de 5ºC a 8ºC, e que vai bem com acompanhamento gastronômico. R$ 46
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ESPUMANTE
CAVE GEISSE BRUT 2008
A Vinícola Geisse foi estabelecida em 1979 pelo enólogo chileno Mario Geisse em Pinto Bandeira, em Bento Gonçalves. Ali ele diz ter encontrado o micro-clima ideal para elaborar seus espumantes. Este espumante do ano, de acordo com GULA, nem é o seu top de linha, pois Mario Geisse também elabora o Terroir Nature, tido como um produto de qualidade invejável para os padrões brasileiros. O brut agora premiado tem 70% de Chardonnay e 30% de Pinot Noir, com tempo de fermentação de 180 dias e amadurecimento em garrafa (em contato com as leveduras) por um mínimo de dois anos. Tem aromas puxando para o lado cítrico, com grande equilíbrio garantido pela acidez fi na e elegante. Bem seco. R$ 55
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FORTIFICADO
ICEWINE PERICÓ
Não é nada fácil encontrar esta novidade nas prateleiras brasileiras. Afi nal, apenas 3.676 garrafas foram produzidas. Isso porque o processo é diferenciado: as uvas são mantidas nos pés até junho, quando serão colhidas tardiamente. As baixas temperaturas concentram os elementos da polpa e a colheita é feita na calada da noite, quando está mais frio. Então, a fruta -dura como um mármore - é processada antes de descongelar. Porém, não é
simples: é necessário contar com a natureza e ter uma temperatura de - 7,5 C°. Claro que é um vinho para se tomar lentamente, em ocasiões especiais. Aroma intenso de frutas como uva passa, fi gos e ameixas secas. Na boca, é doce, porém equilibrado. R$ 229
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COLHEITA TARDIA
TERRANOVA MIOLO 2006
Para quem tem curiosidade de saber que gosto tem os vinhos feitos no Vale do São Francisco, eis a dica. Sendo um dos raros vinhos de colheita tardia
produzido em terras nacionais, o Terranova da gigante Miolo faz bem seu papel. A supermaturação
da uva Moscatel faz com que aconteça uma desidratação dos grãos, concentrando desta forma
os açúcares, a acidez e demais componentes da fruta. Daí, são colhidas manualmente em caixas de 20 quilos para a elaboração do vinho.
Possui um aroma intenso rico em complexo com toques de frutas, fl ores e madeira (carvalho). Doce
e constante ao paladar, tem bom equilíbrio do açúcar e acidez, com retrogosto intenso. R$ 22
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Com dicas do renomado sommelier Rodrigo dos Santos e comidinhas do chef Mario Lo Sardo, aulas trazem os fundamentos básicos para uma degustação bem sucedida
A cidade de São Paulo conta com um novo local para aprender as particularidades do mundo do vinho. O Empório Sorio – representante exclusivo de vinhos da Córsega no Brasil – entra em fevereiro com um curso básico de degustação para quem deseja aprender a apreciar a bebida em aulas semanais durante o mês. Nos dias 08, 15, 22 de fevereiro e 01 de março, o sommelier Rodrigo dos Santos servirá quatro diferentes rótulos por aula para degustação, entre vinhos brancos, rosés, tintos, espumantes e de sobremesa.
A história do vinho, processos de vinificação e diversidade das uvas – sobretudo as originárias da Córsega (Niellucciu, Sciaccarellu e Vermentinu) – conceitos básicos de degustação, harmonização e serviço são alguns dos temas discutidos nas aulas. Além dos vinhos, os alunos ainda poderão saborear comidas harmonizadas e preparadas pelo chef Mario Lo Sardo, proprietário da Oficina de Culinária. No dia 01 de março, o encerramento do curso terá um jantar especialmente preparado pelo chef.

Loja Empório Sorio
Rua Dr. Augusto de Miranda, 802 – Pompéia
Tel: (11) 4508-2601 - 2925-2601
Dois universos em um só: Dioniso Clube de Vinhos promove degustação de rótulos da Johnnie Walker.Embaixador da marca no Brasil ministrou palestra para associados do clube sobre a história da empresa.

O Dioniso Clube de Vinhos promoveu para seus associados, nos últimos dias 01 e 02 de dezembro, uma degustação de whiskies da marca Johnnie Walker, importados pela Diageo. Os rótulos apreciados no evento foram o Red Label, Black Label e Green Label.

O embaixador da marca no Brasil, Colin Pritchard, ministrou uma palestra sobre a história da Johnnie Walker no mundo, que já tem quase dois séculos. Além disso, com muita descontração, falou sobre as características de cada rótulo. Com análises visuais e olfativas, a degustação despertou grande interesse em todos os participantes.
O encontro aconteceu na sede do Dioniso Clube, na Alameda Gabriel Monteiro da Silva, 1881 na região dos Jardins.
Serviço:
Para se associar ao Dioniso Clube, basta acessar o site www.dionisoclube.com.br e clicar no link “associe-se” ou entrar em contato através do telefone: (11) 5525-2412
Valor: R$ 190
Dioniso Clube de Vinhos

O aroma amadeirado é profundo, lembrando ainda couro e tabaco.
Mais uma boa surpresa do Uruguai, com taninos musculosos, acidez
correta e evolução positiva na boca, clamando por carnes vermelhas grelhadas.
Mescla de 50% de Cabernet Franc, 25% de Tannat, 15% de Merlot e 10% de
Cabernet Sauvignon, esse bom vinho é das Bodegas Castillo Viejo. R$ 135 (World Wine)
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